quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Central de reciclagem do Alemão tem 25 anos

Osvaldo trabalha das 7h às 17h e vende o material no outro dia de manhã


Osvaldo Rodrigues Leal, 51 anos, ganha por mês R$ 350, a catar na Vila Jardim e Viegas. Junta papelão, ferro, alumínio, latinha, papel misto, caixa de leite. Diz que o cobre é o que dá mais. Só de garrafas pet consegue de 20 a 30kg por dia. É aposentado e, há cerca de seis anos, vende para reciclagem do Alemão, a fim de complementar a renda.
O Centro de Reciclagem do Alemão – Resisul, tem mais de 25 anos e já ganhou vários prêmios empresariais, entre eles o do Ingrap, em 2005. O Proprietário, Nilsom Thurow, iniciou a atividade ainda criança com o pai, catando materiais nas ruas. Hoje Nilsom conta com a assessoria do Filho, Michael, 25 anos e estudante de Direito.
Se antes a empresa ganhava o material para a comercialização, hoje ela compra, oferecendo uma alternativa de renda para 100 famílias do município, sendo 30 do Viegas, além de adquirir o lixo pré-reciclado de nove municípios da região, que por fim vai para as indústrias de reciclagem de Santa Catarina e São Paulo, dependendo da cotação, realizada semanalmente. No ano que vem, a Resisul abre uma filial em Florianópolis, SC, e para tanto adquiriu uma máquina importada da Itália que busca o material na esteira, prensa, ata e enfarda, desempenhando o trabalho de 18 homens.


    Os proprietários, Nilsom e Michael


Possuem caminhões para o transporte do material e já somam o número de oito prensas no estabelecimento

    Problema para eles e demais recicladores da região: vidro e pneus

    Em Camaquã, integram a Empresa 30 funcionários

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